Mais de 13.500 procedimentos não invasivo foram feitos para ajudar no tratamento da Covid-19

Procedimento do exame de tomografia conta com profissionais qualificados no HEL. Foto: Luiz Fernando Fernandes

Uma unidade hospitalar utiliza o máximo de recursos possíveis para garantir o melhor atendimento aos pacientes, com diagnósticos precisos e tratamentos apropriados. No Hospital Estadual de Luziânia (HEL), não é diferente. A unidade conta com uma equipe qualificada e equipamentos de última geração, incluindo um aparelho de tomografia.

A tecnologia de ponta permite rápida detecção de alguns tipos de doenças com auxílio da criação de imagens detalhadas das mais variadas partes do corpo e de diferentes ângulos. No caso do HEL – um dos principais hospitais de campanha do entorno de Brasília – o aparelho tornou-se essencial para o tratamento de sintomas moderados e graves da Covid-19. Em pouco mais de um ano, a unidade de saúde realizou mais de 13,5 mil exames – uma média mensal de 1.050 diagnósticos.

No tratamento da doença, o exame é realizado para obter imagens detalhadas do pulmão – um dos órgãos mais afetados pelo vírus. Com ele, é possível identificar o nível de comprometimento para estabelecer o melhor tipo de tratamento para cada caso.

“A tecnologia é uma aliada muito importante da saúde. Equipamentos como o tomógrafo são essenciais para agilizar os processos das equipes médicas, que com diagnósticos mais rápidos e precisos conseguem ajudar um maior número de pessoas”, conta o diretor-geral do Hospital Estadual de Luziânia, Francisco Amud.

O aparelho também é importante no acompanhamento dos pacientes no pós-alta até recuperação total. A observação da saúde a médio e longo prazo é importante para garantir o bem-estar de todos aqueles que passaram pelo tratamento.

A implantação do equipamento no hospital beneficiou os munícipes de Luziânia e de outras cidades do entorno. Pacientes de Valparaíso, Planaltina de Goiás, Formosa, Cidade Ocidental, Brasília e Goiânia já passaram pelo exame de imagem. Pessoas de outros estados também já receberam esse tipo de diagnóstico, como São Paulo e Cabeceiras-MG.

“Estamos de portas abertas e preparados para receber todos aqueles que precisam de auxílio. Já são mais de 1.700 pessoas recuperadas no Hospital Estadual de Luziânia e continuamos trabalhando para auxiliar ainda mais pessoas”, finaliza Amud.

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